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Flamengo cai nos pênaltis, mas encerra ano histórico em duelo de altíssimo nível no Intercontinental


A derrota nos pênaltis na final da Copa Intercontinental não apaga — nem diminui — a grandeza da temporada vivida pelo Flamengo. Diante do Paris Saint-Germain, um dos elencos mais valiosos e estrelados do futebol mundial, o Rubro-Negro mostrou competitividade, personalidade e futebol de alto nível, levando uma decisão global até o limite máximo: a marca da cal.


Em campo, o Flamengo não se portou como coadjuvante. Pelo contrário. Enfrentou o campeão europeu de igual para igual, trocou golpes, controlou momentos do jogo e mostrou maturidade tática ao longo dos 120 minutos. Mesmo saindo atrás no placar, a equipe manteve a organização, foi agressiva quando precisou e buscou o empate com justiça, premiando uma atuação consistente e corajosa.


A decisão por pênaltis, sempre cruel e imprevisível, acabou sorrindo para o adversário. Mas o desfecho não resume o que foi a partida — nem o que foi o ano rubro-negro. O Flamengo termina a temporada de 2025 com um currículo de peso, marcado por conquistas nacionais e continentais, consolidando-se novamente como uma das forças mais dominantes do futebol sul-americano.


Mais do que títulos, o time encerra o ano com identidade. Um Flamengo competitivo, intenso, respeitado internacionalmente e capaz de encarar gigantes do futebol mundial sem abdicar de seu estilo. O confronto contra o PSG reforçou essa imagem: um clube que não se intimida, que joga, que disputa e que está no mesmo patamar das grandes potências globais.


Fica a frustração pelo troféu que escapou nos detalhes, mas também o orgulho por uma campanha que elevou o nome do Flamengo no cenário internacional. A temporada termina sem o título intercontinental, mas com a certeza de que o clube segue no caminho certo — vencedor, protagonista e cada vez mais gigante.


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