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Moradores e comerciantes do Bairro Flores enfrentam rotina de prejuízos com constantes quedas de energia

2 de set.
1 min de leitura

A rotina de quem mora e empreende no Bairro Flores tem sido marcada por transtornos, prejuízos financeiros e um calor sufocante. A constante oscilação e a falta prolongada de energia elétrica na região vêm afetando diretamente a rotina das famílias e o funcionamento do comércio local, forçando o fechamento temporário de lojas, restaurantes, drogarias e academias.


Além do desconforto diário — intensificado pelas altas temperaturas da cidade, que tornam insuportável a permanência em ambientes sem ventilador ou ar-condicionado —, o problema atinge com força o bolso dos comerciantes. Um empresário local, proprietário de um buffet, é um dos afetados. Em um único dia, acumulou dois grandes prejuízos: o gerador do seu estabelecimento pifou devido à instabilidade da rede e, sem energia durante um evento noturno, o cliente solicitou o ressarcimento do valor pago.


A indignação entre os comunitários é generalizada. Moradores relatam as dificuldades enfrentadas por grupos mais vulneráveis: "Isso é uma falta de respeito! Tem crianças e idosos em casa", desabafou uma moradora.


Em busca de respostas, circulam diferentes teorias e observações no bairro. Enquanto parte da comunidade suspeita que a energia esteja sendo redirecionada para áreas comerciais de grande porte da Avenida Torquato Tapajós, outros vizinhos apontam um marco recente para o agravamento da situação: "A falta de energia no conjunto não era tão frequente. Tem ocorrido principalmente depois que iniciou a obra da UBS do Beija-Flor", pontuou outra moradora.


Diante do cenário recorrente e da falta de soluções definitivas, comunitários já se articulam para acionar o Ministério Público e exigir uma apuração formal sobre as reais causas dos apagões, além de providências imediatas por parte da concessionária responsável.


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