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Temor em Brasília: liquidação da Reag pode expor vínculos políticos e provocar reação contra STF e Polícia Federal

O fato

A liquidação extrajudicial da gestora Reag Investimentos, ligada à fraude do Banco Master, passou a ser vista como um episódio que pode ir muito além do mercado financeiro. Nos bastidores do Congresso, cresce o temor de que o processo revele vínculos políticos ocultos, expondo relações entre parlamentares, empresários e fundos estruturados de forma opaca.


Vai ter troco

Aliados de políticos influentes já discutem a possibilidade de uma reação agressiva contra o STF e a Polícia Federal, responsáveis por investigar e fiscalizar essas operações. Segundo interlocutores, a ofensiva pode se manifestar tanto em discursos e ações legislativas quanto em campanhas midiáticas e digitais, incluindo os chamados gabinetes do ódio, financiados por políticos e grupos afetados pelas apurações.


Cutucando a onça com vara curta

Para autoridades, a liquidação da Reag se tornou um teste sensível: o avanço da transparência financeira, agora associada à fraude do Banco Master, pode desencadear tensões políticas inéditas e expor interesses que até agora permaneceram protegidos pelo silêncio.


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